Posted by Mac² on 16/10/2007
Para os aficcionados do “brainstorming” e dos “mapas mentais”, o MacUpdate tem hoje uma promoção para o xMind (multiplataforma): 60 US$, ou seja -70% do preço normal do xMind Pro.
Apesar da aplicação ser Java, após a experimentar fiquei bem impressionada. O suporte técnico também é bastante expedito e já me garantiu que a exportação para formato PowerPoint (e como tal também para Keynote) está para previsto numa próxima actualização (leia-se, em breve espaço de tempo).
As aplicações deste tipo andam normalmente acima dos cento e muito dólares (com excepção do GPL FreeMind) e nenhuma das que tentei me convenceu: o MindManager é muito “business like” (e caríssimo), o FreeMind têm demasiadas limitações para o meu gosto e o NovaMind, apesar de impecável em ambiente Mac, é muito feio.
Este xMind agrada-me (por este preço, claro!). Vou testá-lo um pouco mais durante o dia e depois logo decido pela compra (ou não).

Posted by Mac² on

Para saber mais siga até à Apple.com.
O preço do costume: 129 US$ para “todas” as edições de um só utilizador (eh!) e 199 US$ para 5 utilizadores.
Especificações mínimas:
• Computador Mac com processador Intel, PowerPC G5, ou PowerPC G4 (867MHz ou mais rápido)
• 512MB de RAM
• DVD drive para instalação
Posted by Mac² on 10/10/2007
É como o Mac² anda nos últimos dias. Simplesmente estou cheia de trabalho na Universidade e o panorama em casa não é muito mais desafogado (i.e. ou chego estafada ou o trabalho continua). É provável que o ritmo (lento e intermitente) se mantenha durante uns tempos: menos posts e mais espaçados.
Melhores tempos virão. (Espero!)

Posted by Mac² on 03/10/2007
Interessante artigo de Leander Kahney no Cult of Mac intitulado:
Apple’s Not ‘Bricking’ Hacked IPhones for Revenge
Posted by Mac² on 02/10/2007
Ainda sobre o redimensionamento de imagens com a técnica do seam carving: o Vitor Domingos passou-me a dica da disponibilidade de um plugin para GIMP que lhe confere essa capacidade. Podem saber mais em:
Liquid Rescale GIMP plugin
Para outros posts sobre o mesmo assunto:
O futuro do redimensionamento de imagens
Rsizr: redimensionamento de imagens, com “seam carving”, online
Posted by Mac² on 01/10/2007
O update ao firmware do iPhone, versão 1.1.1, tem sido fonte de inúmeros comentários na net. Para quem não sabe: quem tiver feito um hack ao iPhone (libertando o sistema para networks diferentes da AT&T e para aplicações de terceiros) e depois fizer correr o update 1.1.1 fica com um iPhone inutilizado e fora da garantia (vulgo iBrick, ou seja iTijolo).
Se é um facto que fazer o hack ao iPhone é ilegal face aos seus termos de venda, não me parece que “matar” o iPhone hackado seja uma boa política da Apple. Seja porque razão for! Seria bem mais lógico que o update não instalasse e pronto. Quem tivesse feito o hack ficava preso ao 1.0.2… mas era uma escolha sua. Se quisesse fazer o update teria que retirar o hack.
Por mim, não gosto da ideia de ter um contrato de 2 anos a um fornecedor de ligação móvel, em especial se o preço a pagar mensalmente continuar tão alto. Segundo, acho infeliz a ideia de fechar o sistema a aplicações de terceiros, mesmo quando a razão evocada é a estabilidade. Mas, se comprar o iPhone terei, provavelmente, que acartar com estas limitações às costas. É uma questão de pesar os prós e os contras e fazer uma escolha.
Apesar das razões que podem estar do lado da Apple, acho que neste caso a empresa caiu em extremos desnecessários e contra-producentes. Acho que, aliás, a empresa de Steve Jobs anda a sofrer de algum autismo… próprio de várias outras empresas ligadas à tecnologia.
Parece-me que a médio ou longo prazo a política da Apple em relação ao iPhone terá que ser alterada. Frases como “If the damage was due to use of an unauthorized software application, voiding their warranty, they should purchase a new iPhone” (comentário da porta-voz da Apple ao NY Times), são provocadoras ao extremo. Não me admira, assim, que surjam na net ameaças de acções legais contra a Apple. Veremos, aliás, como o mercado se comporta nesta polémica.
No fim, ocorre-me uma pergunta: Quem é a guerrilha no meio disto tudo?!