Não esquecer: Sexta-feira vermelha
Posted by Mac² on 29/11/2007
Hoje à meia-noite. 24 horas de preços um pouco mais baixinhos (tipo -5%) na Apple Store.

Adivinhem o que penso (eventualmente) comprar.
Hmm… preto ou prateado?
Thursday, September 2, 2010
Posted by Mac² on 29/11/2007
Hoje à meia-noite. 24 horas de preços um pouco mais baixinhos (tipo -5%) na Apple Store.

Adivinhem o que penso (eventualmente) comprar.
Hmm… preto ou prateado?
Posted by Mac² on 28/11/2007
Posted by Mac² on 27/11/2007
Segundo o Gizmodo…
Eu gosto deste:

Posted by Mac² on
Vi anteontem o episódio extra Razor da nova série da Galactica. Anteriormente já tinha visto a mini-série que lhe deu início. Esta série é, numa só palavra, FABULOSA!

Excelente plot.
Excelente ritmo.
Excelentes actores.
Excelentes vilões.
Boa divisão de poderes entre personagens femininos e masculinos.
Cada vez que vejo um destes episódios acabo como se tivesse corrido uma maratona. Definitivamente a não perder, mas não antes de ir para a cama ou se quiseremos descontrair.
Trailer do Razor:
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=AwruKvEKfvk&rel=1]
Posted by Mac² on
Sou uma aficcionada de Ficção Científica, em especial em filmes e séries de televisão. Lembro, aliás, com saudosismo, o Espaço 1999 (mais que o Star Trek clássico, com o irritante Kirk) e a Battlestar Galactica, que fizeram parte da minha infância.
Para descontrair, no último ano tenho-me entretido a rever a espantosa Babylon 5 (mais pelo plot que pelas imagens) e o Star Trek Voyager (ST:V; com fabulosos efeitos visuais, mas um plot que é menos bem conseguido). Há alguns dias observei com curiosidade o computador portátil da Cap. Kathryn Janeway; pensei para com os meus botões: “Livra que esta visão do Séc. XXIV está bem longe até da realidade actual!” O computador utilizado na série (produzida de 1996 a 2001) parece um brinquedo quando comparado com os actuais.
Contudo estava errada. O computador do ST:V é afinal mais parecido com os actuais do que inicialmente pode parecer. Senão vejam:

Computador utilizado no ST:V

Classmate PC da Intel

Digamos que, todavia, tenho as minhas dúvidas que estes computadores conseguissem trazer a Voyager do Quadrante Delta para o Alfa.
Posted by Mac² on 26/11/2007
Basta irem até aqui e verificar se alguma combinação vos é apetecível:
Vale a pena, mais que não seja para ver a página de entrada que está fabulosa.
Posted by Mac² on
Por aqui o tempo não abunda, mas quando tenho um intervalo (tipo recompensa depois de ter atingido um qualquer objectivo) entretenho-me, por vezes, a testar novas aplicações.
E neste contexto resolvi experimentar o OmniFocus (por comparação ao TaskPaper). Conclusões essenciais:
1) Belíssimo UI.
2) Workflow complexo.
3) Excelente para os grandes aficionados do GTD.
4) Péssimo para mim: demasiado tempo a organizar tarefas, quando o que quero é algo que funcione tiro-e-queda.
5) Eu: feliz com a simplicidade do TaskPapers. (E com a rapidez do seu workflow, agora acelerado com scripts. Estou convertida a este GTD, versão simples.)
Nota: No futuro, uma das prioridades é aprender AppleScript.
Posted by Mac² on
A Paula Simões incita-me a falar de Cinco Filmes à minha escolha. É um facto que sou uma cinéfila semi-adormecida (quero com isso dizer que gosto muito de cinema e gostaria de ter mais tempo para usufruir dele) e que, por isso mesmo, esta é uma tarefa ingratamente aliciante.
Lembro com um sorriso as inúmeras vezes que levei o meu primo mais novo ao cinema e de como essa saída de sexta-feira ou sábado se tornou uma tradição até ao momento em que deixei de viver em Lisboa.
Mas, divago… Escolher cinco filmes não é fácil. Não quando poderiamos falar facilmente de 10 ou 20 ou até 50. Contudo, o desafio de escolher apenas 5 torna a questão mais interessante, apesar de — com quase toda a certeza — daqui a um mês eu escolher outros. (Os meus gostos modificam-se conforme os momentos.)
Gata em Telhado de Zinco Quente

A primeira vez que vi este filme (MGM, 1958), numa altura em que a RTP 2 era reconhecidamente um canal de clássicos, fiquei abismada. Apesar dos temas sexuais da peça de Tennessee Williams (em que o filme é baseado) terem sido muito limitados pela vigência do código Hays (1930 – meados de 1960s), este filme é de uma beleza carnal impressionante. Para mim, ainda hoje, é o melhor filme de Elizabeth Taylor e (talvez de) Paul Newman. As insinuações, a frontalidade da acção, a absoluta beleza dos actores principais… tudo isso me fez olhar de modo diferente as relações familiares e, principalmente, as sexuais.

Este filme, paradoxalmente, abriu-me também os olhos para o teatro, algo que até então (eu teria talvez 13-14 anos) me era bastante indiferentes. Tennessee Williams é, claro, um dos meus dramaturgos favoritos.
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Um filme de geração (Ima Films, 1994) sobre a passagem da adolescência para a idade adulta e tudo o que implica: das amizades aos sonhos, passando pelo lento e doloroso assentamento na vida real. André Téchiné no seu melhor.
Vi-o, pela primeira vez, no cinema Nimas em Lisboa. Acho que chovia nesse dia e soube-me muitíssimo bem.

Mais um clássico (MGM, 1939), também visto na RTP 2 pela primeira vez. Este tem a fabulosa Garbo. Mais: a Garbo, normalmente dramática e séria, dava lugar à “Garbo que ri”. Poucas actrizes “roubam” as cenas como Garbo fazia. E esta estória, à beira da 2ª Grande Guerra, com sovietes, capitalistas e “mini-cameo” nazi ainda hoje me faz rir. Em especial a primeira parte, porque quando Ninotchka ser torna uma mulher comum, mais capitalista e pseudo-enamorada, o interesse quase que esvai. Ah, mas a primeira parte é um encanto.

E vivam os Sovietes!

Estreiou no Eden em 1941 e é considerado por muitos o melhor filme de Lopes Ribeiro.
Ah, belas memórias, que me lembram os meus avós. O Ribeirinho a dizer junto a um relógio: “tatão-tatão-tatão…” A encenação do “Nem tu, velha carcaça, escaparás…”, dirigida pelo Vasco Santana. E o bagacinho a descer por um atilho.

Este filme de Ang Lee é difícil de ver (Alberta Film Entertainment/Universal, 2005). Difícil porque sabemos desde o início de que se trata de uma paixão que está condenada a viver escondida e porque se trata de um amor sem fim feliz. Mais do que isso, fala de homofobia e da (auto?) negação da possibilidade de ser feliz.
Ang Lee fez um trabalho notável a partir de uma pequena história de Annie Proulx. Eu, que li também a história, fiquei abismada com a sua crueza. Ang Lee fez o filme mais subtil e, como tal, menos difícil de ver.
De todas as interpretações a mais notável (e tocante) é a de Heath Ledger que se assume neste filme como um enorme actor. Basta ver a sua postura ao longo do filme e os seus olhos: tudo nos grita solidão.
Um filme corajoso que, como dizia Lee, nunca poderia ganhar os Óscares, mesmo que o seu realizador fosse premiado. Acertou.
(Uma curiosidade: em Portugal foi classificado como para M/12 anos, na Polónia — reduto infeliz da Europa ultra-conservadora — a classificação foi de M/18. Apesar de tudo temos acontecimentos infelizes como o da Visão e da campanha imbecil da cerveja Tagus numa de “Orgulho de ser Hetero”.)
A quem passo a batata-quente? À Jonas, ao Tiago Farrajota, ao Mário Lopes e ao João Martins.
Posted by Mac² on

Imagem: Evil Steve Jobs, segundo o Gizmodo.
Aha!!! A Apple é uma empresa malévola. Anda a recolher informação à revelia dos clientes do iPhone.
Steve Jobs?! Mau, mau, mau! Eheheheheheh…
…
Uh?! Ah! Afinal parece que não. Uns hackers alemães da Heise andaram a fazer uns testezitos e dizem que o IMEI não afinal é transmitido, ao contrário do que o tal XianLi do HackinT0sh divulgou.
Como diria o outro: “Move along nothing to see…”
PS. Este post serve essencialmente para colocar aqui no Mac² a fabulosa imagem do Gizmodo.