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Thursday, September 2, 2010

"Ei, tu! Tira as mãos do meu gadget."

Posted by Mac² on 31/05/2008

Pois é. Segundo o blogue Cognitive Daily (parte do ScienceBlogs e escrito pelo Dave Munger), a malta dos Macs tem menos… ehhhh… apetência… para emprestar os seus gadgets. Os utilizadores Linux não ficam muito atrás. Os dos PCs são uns mãos largas.

O Dave Munger sugere uma explicação:

I do have a guess at why Mac users might by stingier with their gizmos. It’s because Mac users have invested more in their technology. Not only are Macs considered “luxury” computers, but Mac users have to deal with the fact that their computers aren’t always 100 percent compatible with the rest of the world. If they’re willing to sacrifice this much for their computers, it’s a safe bet that they’re also more protective of their technology. It’s almost the same reason a BMW owner is less likely to let you borrow her car than a Ford owner.

No meu caso, sou franca: há pessoas a quem empresto os meus gadgets… a outros nem por isso. E depende do gadget, claro.

O meu filho pode usar o meu iPod, desde que jogue com ele sentado sossegadinho (não vale andar aos pulos). Pode utilizar o iMac à vontade, mas sabe que há regras (tipo: as mãozitas têm que estar limpas e não devem tocar no monitor). Mas ainda me lembro que quase me irritei com um aluno que teimava em apontar com o dedo para o monitor do meu MBP, tocando-o *violentamente*. Grrrr! “Tira o dedo gorducho daí, pá!”

Eu blogo, logo existo

Posted by Mac² on 30/05/2008

Depois de andar com o nariz enfiado em revisões da tese (tá quase, quase no fim…) cumpre-me dizer o seguinte (leiam isto como uma série de pensamentos em sumário, ordenados cronologicamente):

1. Então ausento-me durante 48h e a blogoesfera é tomada de assalto?!

2. Ah, parece que há uns senhores que foram ao canal 3 da têvê dizer alarvidades.

3. Uh?! Irra. Livra. Que tótós.

4. As alarvidades, se ouvidas e vistas de um certo ângulo, até têm graça (de tão patéticas).

5. Mais do que graça, espelham a tristeza da maioria do jornalismo nacional. (Ou seja, como diria o meu avô, quando era vivo: “que grande caca!”)

6. O melhor de tudo é ler as reacções na blogoesfera… Dessa gente que eu mal conheço, os tais terroristas, isoladinhos e tristonhos. Bem dito, boa gente. :)

7. Estou a pensar em estampar uma t-shirt com o seguinte dizer:

ReadAir: desktop para os utilizadores do Google Reader

Posted by Mac² on 23/05/2008

Se ouviram o último TriploExpresso sabem que um dos temas que dominou o episódio foram os blogues e como podemos lê-los. Uma das formas é via subscrição dos RSS feeds dos blogues ou websites escolhidos. De entre as várias formas que permitem fazer isso está o Google Reader, escolhido por muitos como favorito pela possibilidade de ser utilizado pelos vários sistemas operativos, por poder ser acedido em qualquer local onde possamos utilizar um browser e pela sua potente simplicidade.

Contudo, outros (como eu) preferem aplicações autónomas dos browsers, apesar de sentirem a falta da tal universalidade de utilização (em qualquer lugar, em qualquer altura, desde que tenhamos ligação à net).

E que tal podermos juntar os dois formatos de forma apelativa?

Ora bem, surgiu recentemente uma aplicação que permite visualizar as subscrições do Google Reader no desktop. E fá-lo de uma forma extremamente agradável (e Mac friendly). Trata-se do ReaderAIr e está disponível para Mac e para Windows, mediante Apache License; ou seja, é freeware. Utiliza a plataforma Adobe Air, como por exemplo o Twhirl para aceder ao Twitter.

Os passos de instalação são simples:

1) Ter o Adobe Air instalado.

2) Descarregar o ReaderAir e instalá-lo.

3) Preencher a janela (que surge de imediato, após lançarmos a aplicação) com os nossos dados do Google Reader.

4) Esperar a sincronização dos feeds.

5) Voilá!

Janela principal do ReaderAir.

A aplicação ainda vai no início de vida, mas do que experimentei é simples e relativamente sólida. Podem saber mais sobre ReaderAIr na sua página oficial (onde acedem também ao descarregamento) e na pequena avaliação que o MacApper fez ainda agorinha.

ReaderAir na dock do Leopard.

Filme sobre Amália Rodrigues nos media internacionais

Posted by Mac² on 22/05/2008

Depois do projecto ter sido divulgado no ano passado, a notícia corre agora os media internacionais a partir de Cannes.

Segundo a Reuters:

Portugal’s most famous singer will soon be immortalized on film.

Fado-singing legend Amalia Rodrigues, who died nine years ago at the age of 79, will be the subject of “Amalia,” starring 29-year-old stage actress Sandra Barata Belo. The film will be directed by Carlos Coelho da Silva.

The $5 million film — large by Portuguese standards — will follow Rodrigues’ transformation from poverty-stricken youth to national treasure and international star. It should be completed by the end of this year, and available for distribution in early 2009.

Para quem não sabe, o Carlos Coelho da Silva realizou “O Crime do Padre Amaro”.

A VC Filmes/Valentim de Carvalho (detentora dos direitos das canções de Amália Rodrigues) irá investir c. 3 milhões de euros no projecto deste filme que começará a ser filmado no próximo mês.

O filme sobre a Amália filme conta ainda com o apoio da RTP e espera-se também uma versão para televisão, em dois episódios.

Estou curiosa em ver os resultados. De uma coisa tenho a certeza, será um êxito por cá e no Japão. Veremos se vai tão longe como o “La Vie en Rose” (donde a VC Filmes, segundo consta, tirou a ideia).

Ah, e o jornalista da Reuters está errado: há muito tempo que a Amália é imortal, até mesmo em filmes.

publicidade no Zune da Microsoft

Posted by Mac² on

Aparentemente a Microsoft vai iniciar um novo sistema de publicidade no Zune que, paralelamente, facultará acesso a música grátis:

Matt Rosoff da CNET falou com Mark Kroese da Microsoft que lhe explicou como coisa se irá passar:

Any such advertising would be opt-in — the scenario he demonstrated yesterday would require users to choose to become friends with the musician, then choose again to have that musician’s Doritos-sponsored playlist synced to their device. He also pointed out that only the musician’s social card would contain the Doritos branding — when you played those songs within your own library, they’d be brand-free. Finally, he said that Microsoft understands the importance of appropriate branding, and would look for advertisers who music listeners would actively want to associate themselves.

É, de novo, a galinha dos ovos de oiro a chegar aos leitores de músical digital.

Pergunta: quantos se importam de ter publicidade, se em troca receberem qualquer coisa de borla? (No meu caso, é bem provável que eu me importe… Prefiro pagar um pouco e não ter distracções publicitárias. Mas isso sou eu.)

Para os fãs do Indy

Posted by Mac² on 21/05/2008

A IconFactory tem conjuntos de ícones dedicados aos filmes do Indiana Jones, cada um com os temas dos três primeiros filmes da tetralogia (o quarto conjunto, dedicado ao novo filme, deverá ser disponibilizado brevemente).

Podem ser descarregados em 3 versões: icontainer (para o CandyBar, aplicação que organiza icones e barras da dock no Leopard), ícones para Mac e ícones para Windows. O icontainer incluí também docks personalizadas.

Índices de Paz

Posted by Mac² on 20/05/2008

Portugal pode-se orgulhar (isto para não andarmos sempre no choradinho dos desgraçadinhos) de ter a 7ª posição mundial no Índice Global de Paz 2008.

Podem saber a posição dos demais países aqui e a metodologia acolá.

Nota: Pelos vistos as “batalhas” do PSD ainda não contam para estas coisas…

TriploExpresso #1

Posted by Mac² on 19/05/2008

Agora que já jantei (que fomeca!) posso anunciar que o episódio #1 do TriploExpresso já foi publicado.

E aproveito para agradecer, quase pessoalmente, à Jonas (aka Maria João Nogueira) pelos dados via email. :)

Bem-vindo, Indy

Posted by Mac² on

Os cartazes dos vários filmes da série.

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Quem são os nossos heróis?

Bom, para a minha geração (anos 70) um deles era, sem dúvida, o Henry Walton Jones, Jr. Quem? O seu nome usual é Indiana Jones, Indy para os amigos.

Lembro-me de ver o primeiro filma da trilogia (aquele que acho melhor, pelo argumento, pela acção e pelos actores) no já extinto cinema Berna em Lisboa. Lembro-me também que fui com a minha mãe e que comi umas bolachas de arroz. Foi também nessa sessão que conheci uma sua amiga de infância, a qual também se chamava (curiosamente) Maria João.

A partir daí o Dr. Jones passou a ser um dos meus heróis, claro. E talvez um pouquinho dele me tenha levado a escolher as profissões que tenho: arqueóloga e professora. Mais na versão laboratorial, do que no corre-corre com chicotes e pistolas à mistura, confesso.

aqui disse que uma das minhas personagens favoritas da série Indiana Jones é a Marion Ravenwood. No inícios dos anos 80 não era todos os dias que viamos uma mulher beber mais do que homens grandes e abrutalhados e ainda escapar dos mesmos com alguns socos à mistura (também confesso que na minha infância havia algo da Marion em mim e falo literalmente).

Para o meu filho (o António), de 8 anos, o herói é — claro! — um jovem de óculos que frequenta uma escola de feiticeiros e que voa pelos ares. A isso podemos juntar o Homem-Aranha e O Senhor dos Anéis. Comparativamente, no meu caso, o Indiana era acompanhado pelo Super-Homem (o antigo, pois os recente… enfim) e pela primeira trilogia Star Wars (ainda não perdoei o Lucas pela porcaria que fez com a nova trilogia… mais uma vez, enfim).

E por isso mesmo foi com um sorriso nos lábios que convidei o António para ir comigo ver o Indiana Jones ao cinema na próxima semana. Avisei-o que o filme não é dobrado, pelo que ele terá que se esforçar para ler as legendas. A resposta que tive?

- Não há problema, mãe. Eu já sabia. Todos os filmes do Indiana Jones são em inglês -, disse ele.

E logo acrescentou que já tinha visto cada um dos filmes três ou quatro vezes. Essencialmente na televisão, mas também no ATL da escola. Digamos que o Indy não lhe é desconhecido. :)

Duvido que o Dr. Jones faça o António esquecer o Harry ou o Peter ou o Aragorn, mas será divertido falar com ele sobre o que o Indy (e a Marion) significam para mim.

Eu gosto de bom cinema e detesto ir ver filmes de má qualidade. Posto isto, não sei se o 4º filme da (já não trilogia, mas tetralogia) do Indiana Jones é bom ou não. Pelo que tenho lido, os críticos (o filme acabou de ser estreado em Cannes) não são unânimes. Mas sabem uma coisa? Neste caso particular estou-me a borrifar. Porquê? Porque ainda não vi o Spielberg fazer um mau filme (ao contrário do Lucas, por exemplo)… e porque me apetece sentar numa sala de cinema com o António e trautear ta-ta-ra-ta ta-ta-ra… ta-ta-ra-ta ta-ta-ra-ta-ta. (Isto faz-me lembrar também uma versão que nós cantávamos em trabalhos arqueológicos no Alentejo; era uma versão arraaaaastaaaada e leeenta.)

Indy ao longo do tempo.

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Nota final: os anteriores filmes do Indiana Jones foram lançados nos anos de 1981 (Os Salteadores de Arca Perdida), 1984 (Indiana Jones e o Templo Perdido) e 1989 (Indiana Jones e a Última Cruzada). O mais recente filme estreia na 5ª feira, dia 22, com o título de Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal. Como extra conta com a volta da minha heroina Marion Ravenwood (interpretada, como não podia deixar de ser, pela Karen Allen).

A outra nota final: A história das ditas caveiras de cristal tem um fundo de verdade. Podem ver qual na wiki.

A nota final das notas finais: O Roger Ebert gostou muito filme. (Não que isso interesse muito aqui neste caso.)

E já passou um aninho aqui no  Mac²

Posted by Mac² on 18/05/2008

Modificado de Bluebison.com

Pois é, o  Mac² faz hoje um ano de existência. Mais de 480 posts, c. 86.000 hits, c. de 1.100 comentários e, melhor do melhor, algumas amizades.

Obrigada a todos os que por aqui passam e me ajudam a fazem este blogue. :)