Posted by Mac² on 15/12/2009
A aplicação Kindle para iPhone/iPodTouch já está disponível na App Store portuguesa (link). Gratuita, claro.

O bom? A possibilidade de ler o formato da maior ebook store do mundo conhecido e arredores. (Viva a diversidade e a possibilidade.)
O menos bom? As opções de personalização da aplicação (cores, tipos de letra, etc.) são fraquinhas. O Stanza ou o eReader são nisso bem superiores. Adenda: e a Amazon cobra IVA até mesmo nos livros que são de borla nos EUA (que raio…?!).
O péssimo? O mal-fadado DRM… mas isso é outro problema, bastante mais complicado.
Nota: parece que está para breve uma aplicação Mac para o formato kindle. Também será bem vinda.
Posted by Mac² on 11/01/2009
Ainda em relação à leitura do importante livro do Charles Darwin, On the Origins of Species (em português, A Origem das Espécies), que mencionei num post anterior a propósito de um projecto de leitura que estou a acompanhar…
Andei à procura de uma qualquer edição esta obra de Darwin para ler online ou em formato digital. Sendo uma utilizadora de ebooks, logicamente a minha preferência seria por um formato compatível simultaneamente com o MacBook Pro e o iPod Touch. As versões online em html são bastante boas (ver links no fim do post), mas não gostei de nenhum dos formatos pdb (Palm Database File, compatível com o eReader ou Stanza, ambos freeware, para iPod Touch) disponíveis de forma gratuita. Quase todos os que encontrei utilizam a versão completa do texto facultado pelo Projecto Gutenberg, que apesar de excelente (exaustivo, com indicação das páginas, etc.) é muito pouco agradável de ler num monitor pequeno. A hipótese de comprar um exemplar em formato .pdb (no Fictionwise.com ou no eReader.com) estava fora de causa, até porque só depois de o pagar é que veria qual a sua formatação.
Frente a isto, decidi pegar num dos muitos textos disponíveis em html e fazer uma edição em .pdb usando o velhíssimo (a precisar urgentemente de update) eBook Studio (Mac e Windows; c. 30 US$).
Utilizei como fonte textual a versão disponibilizada pelo The TalkOrigins Archives. Trata-se do texto inglês da 1ª edição (1859), com acréscimo do Prefácio à 3ª edição (1861) e do Glossário da 6ª edição (1872). Nela não estão incluídas quaisquer indicações das páginas originais, o que em formato palm seria o que considero “ruído de fundo”. As alterações que fiz ao texto desta fonte são mínimas e apenas de formatação dos capítulos, das notas de pé-de-página, do título, etc. Vou deixar esse ficheiro disponível (ver abaixo) para quem o quiser descarregar.
Infelizmente não encontrei nenhum texto em html ou doc ou rtf do livro em português. Existe um em pdf, em português do Brasil (v. link abaixo). Se alguém encontrar um dos formatos mencionados atrás (html, rtf, doc…) por favor deixe-me um link para o mesmo nos comentários. Terei todo o gosto em fazer um ficheiro .pdb da edição portuguesa (se não existirem direitos de autor incompatíveis, claro).
Recapitulando:
O ficheiro .pdb feito por mim pode ser descarregado aqui (download imediato). Disponibilizado com licença Creative Commons.
Para quem tem um iPhone ou iPod Touch com um dos programas mencionados acima basta abrir esta página do Mac² dentro do browser por eles disponibilizado e clicar no link acima. Para quem o preferir ler no computador, podem descarregar o ficheiro no computador e utilizar, por exemplo o programa eReader (freeware) compatível com Mac ou PC. Para o Linux, deixo o link para um programa que nunca experimentei, mas que tem sido avaliado pela positiva: o FBReader. (Podem sugerir outros programas nos comentários).
Versões online:
Summary of this post in English:
On the Origin of Species in .pdb format. Creative Commons license. (English Version based on the text available at The TalkOrigins Archive: 1st edition text, plus Preface to the 3rd edition and Glossary from the 6th edition.)
Posted by Mac² on 05/12/2008
O tempo para postar por aqui anda curto, mas quero fazer referência à aplicação para iPhone da Amazon: a Amazon Mobile. (Aqui radica, certamente, a razão do desinteresse que a companhia demonstrou pela aplicação Mazo da Empty Factory.)

Infelizmente ainda não está disponível fora da App Store Americana. Ou, pelo menos, não está disponível na portuguesa.
Posted by Mac² on 25/11/2008

Estava ainda em fase inicial de desenvolvimento, mas era já, na minha opinião, uma das aplicações mais prometedoras para o iPhone/iPod Touch. Feita pela Empty Factory, a Mazo iria dar ao utilizador da plataforma iPhone acesso à Amazon (todas as lojas), aos seus dados, permitindo ainda guardar as suas escolhas em favoritos e construir um carrinho de compras.
O vídeo de apresentação desenvolvido pela Empty Factory deixou-me de água na boca (ver aqui), apesar de ser evidente que o projecto poderia esbarrar na autorização da Apple ou, até, na da Amazon.
Foi na segunda que isso aconteceu. A Amazon rejeitou a aplicação. Não há razões avançadas, mas calculo que, ou há falta de visão da Amazon (é óbvio que o website que têm para plataforma móvel não é brilhante e melhores soluções deveriam ser apresentadas), ou têm já outra aplicação esgalhada.
Seja como for é pena. A Mazo parecia ser muito boa.
Posted by Mac² on 09/11/2008
Eu até nem sou extraordinariamente dada a jogos. Longe vão os tempos em que passava horas em volta do Phantasmagoria da Sierra. Isto lá para o ano de 1985 ou 1986 1995 ou 1996, quando a Tina Turner já era há muito cantora mainstream e a Madonna ainda aparecia regularmente no Top musical.
No Mac até hoje apenas fui verdadeiramente viciada no Peggle. Isto até ter descoberto o Saqqarah, um jogo com gráficos e música fora de série (mesmo, mesmo fabulosos), supostamente passado no Antigo Egipto. O Saqqarah funciona como o Bejeweled, mas para melhor: o nosso objectivo é reunir pedras da mesma cor para progredir nos níveis. Estes são mais de 500, garantindo entretenimento por muito tempo. O jogo existe também em versão Windows.
Para quem é mais dado a jogos tipo Luxor, os mesmos programadores (a Codeminion) têm outro jogo muito interessante chamado Stoneloops of Jurassica (outro vício cá em casa, mas não meu).
Já no iPod Touch normalmente limito-se a descarregar alguns jogos de borla para o António jogar quando estamos em qualquer sítio que dê azo a esperas (e maçadas) intermináveis. Contudo, resolvi comprar recentemente dois jogos a 79 cêntimos que, apesar de totalmente diferentes, me têm dado igual gozo.
O primeiro, o Quartz 2 Deluxe (existe também uma versão ‘lite’, gratuita), é uma espécies de Tetris avançado. As funções ‘touch’ são demasiado sensíveis pelo que ainda me estou a habituar, mas a coisa com prática vai lá. Gosto em particular da simplicidade aparente que, a pouco e pouco, se vai tornando desafiadora pela rapidez em que surgem novas peças e pelas peças obstáculo. Existem, aliás, vários estilo de jogo (standard, timed e puzzle) que o tornam maleável e, consequentemente, mais aliciante. Em preço especial esta semana de lançamento (depois passa para os 2-3 euros) trata-se de um jogo desenvolvido pela Elements Interactive Mobile e está também disponível em muitas outras plataformas móveis e de desktop (Sony Ericsson, Symbian, Linux, Windows, entre outras).
O segundo, The Stone of Destiny, desenvolvido por Artur Ostapenko, é o primeiro jogo de objectos escondidos disponível para a plataforma iPhone / iPod Touch. A trama do mistério decorre em estilo BD, em que andamos de local em local a recolher objectos essenciais para a resolução do ‘mistério da pedra do destino’. O esquema dos ‘objectos escondidos’ funciona bem graças à função zoom disponível em cada nível e, ao contrário do que seria de esperar, este tipo de jogo parece ter bastante potencial na plataforma, em especial porque há um número infindável de jogos do género para Mac que, com alguma facilidade, podem ser transpostos para o iPhone.

Se tem vontade de procrastinar, aqui seguem, então, algumas ideias.
Posted by Mac² on 28/10/2008
Acabei de descobrir na App Store do iTunes uma aplicação fora do comum pela qualidade. Trata-se da Top 100s by Year, da nuTsie, que custa c. de 1 euro e meio.
Esta aplicação permite ter acesso às 100 músicas consideradas *actualmente* mais populares em cada ano desde 1950-2007. Como é explicado no site da nuTsie:
These lists aren’t the Billboard charts. Those charts only tell you what was popular at the time. And these lists aren’t based solely on record sales (If they were, you would have to listen to a lot of Michael Bolton . . . not that there’s anything wrong with that). These are lists of songs that have stood the test of time to become the greatest songs for any given year, from 1950 to 2007. The songs in these lists were chosen and ranked based on their initial and lasting popularity, and on their impact on the overall scope of musical history. Enjoy these greatest songs. And, if you disagree (no one agrees on all of these), then go to our forum and let us know (forums.nutsie.com).

A colecção, apesar de naturalmente americanocêntrica (com pitadas britânica e canadiana), é impressionante: 5000 músicas disponíveis.
Hmm, okay… aqui há gato, dirá qualquer pessoa mais atenta. Como pode ser? Será legal? Sim, porque podemos fazer a escolha do ano que queremos ouvir, mas não de nenhuma música directamente (claro que podemos escolher não ouvir a que foi seleccionada e passar à frente). Esta modalidade de streaming tipo rádio top-100 faz parte da licença da nuTsie, que também compensa monetariamente o artista de cada vez que a música é ouvida.
A aplicação perfeita? Não, mas efectivamente muito boa pelo valor que é pedido. E agora, desculpem, que vou ouvir umas coisitas dos anos 70 ou 80. (Acabei de ouvir, em 1983, o RockIt do Herbie Hancock, seguido do Rock of Ages dos Def Leppard.)
Aditamento: Estou a ouvir a maravilhosa (sim, sou fanzoca) Tina Turner no What’s Love Got to Do With It. Adivinhem lá em que ano estou? (Não vale googolar! Assim até a minha tia avó adivinha.)
Posted by Mac² on 18/10/2008
A alminha caridosa que me desenvencilhar a ligação eduroam para iPhone/iPod Touch na Universidade do Algarve terá um almocinho pago por moi. Se for alguém de terra longínqua terei todo o prazer em mandar uma flash drive 4GBs novinha em folha (dá sempre jeito).
Mais terá o meu agradecimento público.
Posted by Mac² on 17/10/2008
O acesso à eduroam (wireless) é uma chatice. Porquê? Porque o pessoal da minha universidade — a UAlg — só complica.
Por exemplo:
1) O tutorial de acesso para Macintosh foi fornecido muito tardiamente; à altura já muitas outras universidades o tinham feito. Um ano depois, ainda só disponibilizam o tutorial para o Mac OS Tiger. Entretanto, no mundo real, nós já vamos no Leopard update 5. Note-se que, no meu caso, em 2006 (Tiger) e, depois, este ano (quando saiu o Leopard), só após muitas marteladas com a cabeça, e algum apoio do técnico de informática da faculdade (não da universidade), cheguei a bom termo no estabelecimento estável da ligação wireless.
2) O acesso via iPhone/iPod Touch, cujo tutorial (para não variar) já está disponível em muitas outras universidades, teima em aparecer na UAlg. Infelizmente, por mais voltas que eu dê não me consigo safar sem certificar a ligação; coisa que, infelizmente, não consigo fazer. Oficialmente a resposta é que está em desenvolvimento e que não me podem ajudar de momento.
Isto é coisa que não percebo. Mesmo quando se queixam de falta de pessoal (o que entendo até certo ponto), não há justificação para tão longos atrasos. (Aliás, que me conste a Universidade de Trás-os-Montes também não anda a nadar em efectivos; nem a de Coimbra. O Técnico ainda vá lá.) Em especial quando existem dois cursos de licenciatura em informática. E quando seria apenas ver o que os outros já fizeram.
Ora bolas!
Posted by Mac² on 26/09/2008
Os meus caros amigos da Empty Factory acabaram de lançar na App Store uma aplicação de conversão de unidades (incluindo monetárias) bem estruturada, a um preço óptimo (79 cêntimos) e com bastante futuro de progressão: a Unity.


A Unity é a segunda aplicação lançada pela Empty Factory, juntando-se assim à Invoy (para Mac), uma aplicação de facturação.
Desejo toda a sorte comercial à Empty Factory e que venham mais aplicações para iPhone / iPod Touch. Em especial querem-se aplicações que funcionem particularmente bem em ambiente europeu (e português).
Link directo para a App Store (iTunes).
Nota final: Já a comprei.
Posted by Mac² on 12/09/2008
Podcasting app rejected from the App Store (via Macworld)
E que tal considerar a concorrência como algo positivo? Um tiro no pé, infelizmente. Afinal quais são os raios das regras para fazer aplicações para a App Store?
E logo esta que dava tanto jeitinho para descarregar o TriploExpresso.