A evolução da TV
Posted by Mac² on 03/04/2010

Thursday, September 2, 2010
Posted by Mac² on 02/01/2010
A minha lista de produtos preferidos em 2009:
No Mac
Dropbox. A sincronização de ficheiros entre os meus computadores e a net nunca foi tão fácil. Mal me lembro que o Dropbox está a funcionar. Não é perfeito, mas foi essencial no passado ano. (Nota: link com referral.)
LaunchBar. Já o disse e volto a repetir: nos meus computadores a primeira aplicação a instalar é o LaunchBar. Faço tudo com ele: mover ficheiros, abrir webpages, começar emails, lançar scripts, fazer contas básicas, etc.
DEVONthink Pro. Desde que a v.2 (ainda que em beta) saiu, o DTP não deixa de estar aberto. Imaginem um imenso armazém (base de dados) onde tudo o que é informação está organizado. (Até os meus feeds mais especializados, ou os meus ebooks em formato html.)
HardwareGrowler. Pequenino, nem se nota que está activo… mas dá um jeitão.
1Password. A versão 2 ainda tem bugs, mas a minha dependência não amainou. Memorizar palavras-passe deixou de ser um problema.
Online
Twitter. Mais palavras para quê? Bastam 140 caracteres na difusão de informação. (No Mac uso o Tweetie, no iPod Touch o SimplyTweet.)
Techmeme. As última notícias tecnológicas, sempre.
AppShopper e MacUpdate. (Eu sei, são dois favoritos… mas no meu sistema funcionam a par e passo.) Actualizações e novidades nas aplicações para o iPod Touch e para o Mac.
ScienceDaily. Leram o que disse acima sobre o Techmeme? Este é para as notícias científicas.
Readability. Revolucionou a minha forma de ler textos online.
No iPod Touch
Instapaper Pro. Revolucionou a minha forma de ler textos no iPod Touch. (Existe uma versão freeware, com menos capacidades.)
Simplenote. A facilidade de ter os meus textos automaticamente sincronizados entre o Mac e o iPod Touch (a usar em conjunto com o JustNotes).
Weather Pro. O melhor para a meteorologia… até Loulé lá está.
Bejeweled 2. O jogo que mais me viciou em 2009.
Stanza. Desde que saiu a v.2 que deixei de usar os outros ebook readers (com excepção do Instapaper, para textos online). O Stanza 2 é notável!
Outros essenciais
Meo. A maravilha de gravar programas e vê-los quando me apetece. (Também me poupou algum $$$ no acesso à internet.)
BookDepository. O que é a Amazon? (Bah!) O BookDepository tem melhores preços (não cobra portes de envio), não tem problemas alfandegários, e o envio é muito rápido. (O portal .com tem, normalmente, os preços mais em conta que o portal .co.uk.)
MacBook Pro. Acho que está atarrachado ao meu corpo.
iPod Touch. Acho que está atarrachado ao meu corpo II.
Trek FX 7.6 (a *minha* versão de 2009 aqui). Nunca pensei tornar-me uma verdadeira aficcionada do ciclismo… mas eis-me a fazer mais de 350km numa semana em Setembro no Cycle Oregon. Antes disso ainda deu para me estampar a sério e fracturar o úmero. Momentos memoráveis! (Infelizmente o inverno não favorece o ciclismo, mas a partir de Março volto a pedalar.)
Posted by Mac² on 20/12/2009
Desejo meu e do boneco de neve mais pequeno do mundo.
[youtube width="500" height="404"]http://www.youtube.com/watch?v=LmK8ec9MruM[/youtube]
Posted by Mac² on 21/10/2009
Juntemos num só filme Daniel Day-Lewis, Judi Dench, Sofia Loren, Penélope Cruz, Marion Cotillard, Kate Hudson e Nicole Kidman. Incluamos o ingrediente Rob Marshall. Misturemos muito bem, a la musical romântico-anárquico estilo italiano. Ah… será que já mencionei que o Anthony Minghella é um dos argumentistas?
Resultado? Um estonteante trailer como preâmbulo de filme que se me afigura fantástico. De título Nine.

Trailer no YouTube (conselho: vejam em HD)
Vai um ou dois (ou três, ou seis ou sete) óscares? E outros prémios salteados à desgarrada? Fica aqui o meu aviso. (Até porque a estreia está prevista mesmo à beirinha dos prémios norte-americanos.)
Posted by Mac² on 20/10/2009
Muito sinceramente estou-me a borrifar para o que o Saramago disse sobre a Bíblia. (Que, para mim, tanto é um manual de maus costumes, como um belíssimo livro histórico. Entre outras coisas.) O senhor tem direito à sua opinião, apesar de muitos não concordarem com o que ele diz.
Por outro lado… que belo golpe publicitário! O “Caim” ainda vai vender muito. (E, não, eu não o vou comprar. Não gosto do estilo do Saramago.)
PS. E com isto interrompo a travessia do deserto aqui do Mac².
Posted by Mac² on 21/06/2009
Eu pagava para ver ao vivo. Talvez no Festival Med?
Senhoras e senhores, apresento: Perpetuum Jazzile in Africa, by Toto
[youtube width="500" height="404"]http://www.youtube.com/watch?v=05ip-N0H1Ig[/youtube]
(via)
Posted by Mac² on 22/04/2009
A 8 de Abril uma organização denominada NOM — National Organization For Marriage — lançou uma campanha chamada “2 Million for Marriage” (2M4M) contra a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo nos EUA. Uma das iniciativas deste movimento foi um vídeo publicitário, denominado “Gathering Storm”, em que os actores dramatizam os argumentos contra o casamento tendo como cenário uma imensa tempestade (que se aproxima, qual fantasma gótico).
O anúncio é tão ridiculo que tem sido alvo de inúmeras paródias na internet, algumas delas hilariantes. Deixo-vos o vídeo original do NOM (por favor, tentem não vomitar) e várias dessas paródias… as melhores são as duas últimas, mas as primeiras servem de “appetizer”. Ah, e o comentário da Rachel Maddow às filmagens do vídeo original.
Ah, e já agora… sabem o que significa *realmente* 2M4M? (Para lá de, nos anúncios pessoais, significar “dois homens procuram um terceiro parceiro sexual”…) Algo bem menos discriminador do que o é proposto pelo NOM: 2M4M.org.
O original do NOM:
[youtube width="500" height="405"]http://www.youtube.com/watch?v=Wp76ly2_NoI[/youtube]
Paródia 1:
[youtube width="500" height="405"]http://www.youtube.com/watch?v=L0pPEAdDn64[/youtube]
Paródia 2:
[youtube width="500" height="405"]http://www.youtube.com/watch?v=F40LRG9wDWY[/youtube]
Paródia 3 (a do Colbert):
[youtube width="500" height="405"]http://www.youtube.com/watch?v=fqDyrVha7oI[/youtube]
Paródia 4 (para mim a melhor até ao momento):
[youtube width="500" height="405"]http://www.youtube.com/watch?v=4w16aTJ808I[/youtube]
Input da Rachel Maddow sobre o assunto e os ensaios para o famoso vídeo:
[youtube width="500" height="405"]http://www.youtube.com/watch?v=x7NQ3QUP0Dc[/youtube]
Posted by Mac² on 01/04/2009
Li esta notícia no Expresso, onde é dito: A viagem do Presidente dos Estados Unidos a Londres, a pretexto da cimeira do G20, não parece estar a entusiasmar a imprensa norte-americana. Todos os títulos acompanham a par e passo a visita de Obama à Europa, mas só o “The New York Times” e o “Washington Post” fazem uma análise política ao papel de Obama nesta cimeira.
Claro que fui verificar a afirmação, escolhendo dois jornais (na sua versão online) emblemáticos do jornalismo diário americano: o US Today (de grande tiragem) e o The Seattle Times (de maior tiragem no estado de Washington). Deixo-vos aqui as imagens das respectivas coberturas do evento:


Quase como os os nossos 24 Horas e Correio da Manhã, eh? Às vezes penso que os media têm a crise que merecem.
Note-se que os demais jornais por onde andei não variavam muito na omissão e fait-divers. O Chicago Tribune praticamente não comentava o caso; o Los Angeles Times — vá lá — falava, não só do iPod e das roupas da Michelle, mas também do encontro do Obama com o Medvedev.
Moral da história: a família real britânica, apesar de caduca, continua a vender bem nos EUA.
Nota: Passar o cursor pelas imagens.
Posted by Mac² on 23/03/2009
Mais um, o #11.

Aconselhado apenas a viciados na (mui saudosa) série Battlestar Galactica. A da versão em que Starbuck é mulher e dava cabo do Dirk em duas traulitadas. (Provavelmente até o despachava numa só traulitada.)
Posted by Mac² on
Aviso: Se ainda não viu o final da BSG, este post está cheio de spoilers.
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Quem seguiu a série televisiva Battlestar Galactica (não a original dos anos 80s, mas o remake que recentemente acabou) foi presenteado com um final agradavelmente inesperado: o grupo de sobreviventes (Cylons e Humanos) chega a um planeta, a que resolvem chamar (prosaicamente) Terra. Ali tomam a decisão de recomeçar tudo de novo, abandonando a tecnologia que sempre os acompanhou e apostando numa possível miscigenação com os seres nativos do planeta (de tipo também humano, bípedes, socialmente agrupados em clãs ou tribos).
Esqueçamos a imensa improbabilidade de:
Esqueçamos tudo isso, que faz parte da liberdade de autor de um argumento de ficção-científica, e foquemos a atenção no que se passa a seguir…

Passados 150.000 anos temos alguém (*) a ler um artigo científico sobre “A Primeira Mãe da Humanidade e os seus segredos” (Mankind’s First Mother Gives Up Her Secrets). Uma voz off dá-nos conta da descoberta (na Tanzânia) de restos humanos (femininos, jovens) que podem ser a Eva Mitocondrial, “o nome dado ao mais recente antepassado comum de todos os seres humanos que actualmente vivem na Terra”. Os estudos genéticos apontam para que esta “Eva” tenha existido há cerca de 150 mil anos.

A lógica da série diz-nos que essa Eva Mitocondrial seria, então, uma híbrido (ou uma descendente dos híbridos) de Mãe Cylon e Pai Humano (ou vice-versa, claro). Ou seja, toda a actual população desta Terra seria descendente de Cylons e Humanos. Neste cenário, os restos em causa tanto podem ser da Hera como de qualquer outra descendente do grupo, desde que fosse, ou tivesse como ascendente, um híbrido.
Note-se que a teoria da Eva Mitocondrial (originada em 1987, mas com desenvolvimentos posteriores) não nos dá o mais recente antepassado comum de todos os humanos, mas sim sim a mais recente antepassada comum de todos os humanos via ADN mitocondrial (a mitocôndria é um dos organelos presentes nas células, normalmente só transmitido geneticamente pela mãe à sua prole). Pensa-se que terá vivido na África Oriental, entre há 160-140 mil anos atrás. Na realidade, o mais recente antepassado comum de toda a humanidade deve ser bem mais recente (estima-se que na ordem de alguns milhares de anos apenas).
De qualquer das formas, e não querendo entrar na discussão científica mais pura (para isso aconselho a leitura dos livros do Bryan Sykes, do Richard Dawkins ou do Stephen Oppenheimer), confesso que, como arqueóloga, achei a ideia bem esgalhada. Até porque num série ficção em televisão, como num filme, gosto mais da surpresa com uma pitada de ciência, do que de ciência pura e dura (é para isso que existem os documentários científicos).
Nota: (*) Nada mais nada menos que o Ron D. Moore, num cameo francamente distractivo (pela negativa).